Sinto vontade de escrever, sobre o quê não sei. Sinto apenas uma vontade quase que agônica de ir adiante, espiar o futuro e retroceder, de saber o que há ali no mês seguinte, no movimento seguinte, saber o que fazer, talvez. Sinto vontade de saber se serei forte, e o tamanho das oportunidades que virão, ou talvez a importância das que tenho agora. Não quero pensar em nada ,não quero conduzir o que dizer, quero sentir o que vem. Existem tantas ideias, tantos sentimentos, tantos medos e uma esperança profunda. Um amor profundo. Um amor que beira a paz. Uma paz que há dias procura o sono e este não vem. Quero escrever um único parágrafo e depois me jogar nos espelhos dos sonhos. E procurar pistas aqui, ali e acolá, isto talvez me deixe segura. O ‘se’ não é mais hipótese, não existe mais. Existe um verbo e suas variáveis... Ir, vir, não esperar. Tic-tac, Tic-tac, Tic-tac ...
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Dormente
Hoje não quero falar por meios termos,nem salientar a esperança e os planos que temos.Hoje eu só quero dizer como me sinto.Quero dizer que eu sinto a sua falta, sinto falta de tocar você, e sentir o cheiro dos seus cabelos.E é por isso,talvez, que nada tem muita graça aqui.Mas eu tento ficar alegre. E tento fazer o que dá, o mínimo do útil que eu consigo.
E ao mesmo tempo em que dói, eu quero te dizer que eu te amo, que eu sinto muito por não estar ai com você, nem te fazer sorrir te pedindo para me levar num puteiro.Tudo dói sem você, e traz esperança também.Eu não sei mais onde eu encontro forças para me manter aqui,distante.
Hoje eu senti tanta falta de você que me deu raiva.E eu queria que todos aqueles casais felizes fossem para longe de mim,para qualquer lugar, ou que ficassem sozinhos.Sozinhos como eu me senti hoje, sem você. Hoje eu senti que só nós somos verdade. E sim, eu os mandei tomarem no cu umas mil e duzentas vezes.
E eu voltei para minha casa vazia, repleta de sonhos,desejos, medos e saudades desesperadas também.
É, hoje está tudo fudido!E tem esse rádio e essas músicas babacas, e tem o vinho.
Eu procuro a beleza sempre, e desejo sempre o amor, que as pessoas se amem... Mas hoje eu só queria que elas se fudessem, todas elas.Eu queria estar ai,queria sentir seu calor,seu abraço. Dormir na sua cama e ocupar as suas meias.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Relâchez le papillon, mère

À minha mãe
E ela tem o jeito fudido de amar que eu tenho e se entregar completamente como eu me entrego
E tem essa coisa selvagem, de ser livre
E tem essa vontade de viver livre ...de sócios,papéis e país
E tem também essa coisa esquisita de ouvir música e adorar estrada e me acordar com beijos
E é grossa também, e desastrada ... e é meia perua e engraçada
E xinga bem (aprendeu comigo), é chorona ,e é coruja também.
E eu a amo...
Também infinito!
Ps: Eu sempre estarei aqui para você! Mãozona?
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Ella
A gente já se machucou tanto, e isso nunca vai mudar. Mas sempre fica algo bom, eu agradeço por tudo, muito.
Você é insubstituível e sei que eu também.
Droga!
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Fácil

Te ver sorrir,te abraçar e estar ali...O mundo fica mais fácil com você
Sentir frio,acordar, e te esperar ... O tempo fica doce se você está aqui... E tudo fica mais fácil
As guerras, a dor e a fome...Se você está aqui,o mundo se dissolve e nada me ameaça...Se você está o mundo fica doce.
Se você está aqui,eu me sinto bem... e tudo fica mais fácil.
E todos os meus medos e sonhos ruins... Se você está aqui eles se apagam.
E tudo fica mais fácil.
domingo, 3 de julho de 2011
A borboleta no pulso esquerdo

Havia um banquete e uma garota doce em uma noite bonita. Suspensas no céu estavam as estrelas, geladas e tão lindas sussurrando ' você vai perder a sua alma garotinha". E haviam convidados tão estranhos e engraçados com chapéis bicudos olhos coloridos e dentes afiados, e todos dançavam uma música engraçada. E havia dois frascos.
E em cada frasco, havia um tipo de dor. E uma dor nela ,por não saber escolher -Silêncio, a festa se apaga!
Viu então,que dentro de cada frasco há uma festa diferente, sem medos. Então pensou que iria viver e era o que bastava, e tudo ficou animado novamente.
No pulso, em duas linhas transversais enfraquecidas (mas tão vivas) há tudo o que eu sei e senti.
O que se vive nunca se apaga, se transforma no que se é, e eu sou todas as minhas festas e pesadelos. Eu tenho dois frascos, mas os grãos de areia estão descendo.Eu tenho pouco tempo e um único gole, em cada gole um tipo de vida, e em cada vida uma dor diferente. O que eu não posso é ficar no silêncio, que é uma espécie de demônio que sorri e convence prometendo conforto, enquanto se enrola nos seus pés e te asfixia.
Estou cansada de olhar a festa dos frascos, quero que ela volte a acontecer comigo, que aconteça por mim, quero uma festa divertida e estranha.
Eu escolhi meu frasco, e o demônio está quase a dormir.
Assinar:
Postagens (Atom)


