quarta-feira, 11 de abril de 2012

Carta pra mãe

Eu decidi te escrever agora porque eu sinto a sua falta. E para te dizer para deixar de ser filha da mãe e me ligar, me dar bronca, encher meu saco, ou qualquer coisa do gênero. Eu não quero voltar a ser 'independente de mãe'. Quero só ser livre de ter que amar por título. E dizer que sei lá,estou feliz. É isso. Eu sinto falta de vocês, e falta é pior que saudade, porque meche mais forte com a gente.

Dança de extremos


Eufórica, sedenta,triste...
Muda, porque assim permito que saibam mais de mim do que revelando meus detalhes.
Ansiosa,receosa, tenho expectativas.
Um abraço,palavras e o meu silêncio...'amunda', desligada.
Eu estava certa o tempo todo?
Eu estava ligada? 
Hoje eu sou mais feliz. Mas isso não me faz menos sozinha. É possível ficar calma o tempo inteiro, quem sabe?
Eu não consigo.

sexta-feira, 6 de abril de 2012



Você pode fugir do inferno,mas não pode silencia-lo dentro de si.

segunda-feira, 19 de março de 2012




E o tempo vai varrendo meu rosto e deixando suas pegadas.
Quase  um quinto, vamos lá!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Vermelho






Eu acho que de todas as manifestações, a tristeza é a mais simpática. E pode sim sorrir aos montes e colorir por fora.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Todos nós temos uma razão



Histórias tristes tem finais felizes, é assim que eu desejo que seja.
Todas essas machas de saudade, todas as mãos saturadas de medo... eu me despeço agora.
Tudo o que prende, tudo que enoja e todos os dias complicados na minha cabeça... eu me despeço agora.
Tudo e por todos, eu poderia morrer agora.
Eu poderia morrer abraçada com você, e seria tudo válido, tudo lindo.
Toda a nossa história e as marcas na calçada, todas as caixas e os sentimentos bons...
Toda saudade, por todos os sorrisos que virão...
Dos meus dias atordoada, eu me despeço agora.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

E vem com as pessoas a solidão





Entender meu lugar no mundo é bem mais difícil do que entender quem eu sou, ou do que eu sou. É difícil não pertencer, não estar, não ter para onde ir. Não me sentir de lugar algum.  Mas acho que difícil mesmo seria estar fixa, presa em algum lugar, em algumas pessoas. É geralmente, no final do ano, que eu me encolho e sinto mais forte tudo o que eu ignoro. E vem com as pessoas a solidão.